Por que diabo de razão há de a gente imitar o que os jornais estrangeiros têm de mau, e não há de aprender o que eles têm de bom? Lá fora, os jornais não dão, senão excepcionalmente, notícias de estupros, e raptos, de dramas passionais, de adultérios; e quando não querem privar o público de seu acepipe predileto, indicam o nome dos comprometidos por meio de simples, sóbrias, discretas e serenas iniciais...